20.11.06

Síndrome da senha

O quê a tecnologia não faz com a gente... três dias sem conectar e cá estou eu, com dificuldade para voltar a escrever. Não, isso não tem nada a ver com preguiça, falta de assunto ou de tempo. Está relacionado, sim, com o que convencionei chamar de: espasmos cerebrais advindos do excesso de senhas.

O nome já diz tudo, certo? Pois bem... hoje quase enlouqueci. Perdi minutos preciosos olhando para o monitor cada vez que ia conectar a algum site que exigia login. A gente sempre faz tudo de forma automática e, quando interrompe o hábito diário, dá nisso. Paralisia total! Perda da memória e outras manifestações nada agradáveis.

O que me espanta é que fiquei apenas TRÊS dias sem entrar no hotmail, yahoo, blogger, orkut... Claro que esse processe deve ser antigo, mas só agora percebi isso. O que me resta senão começar a anotar as informações? Qualquer dia vão me pedir o RG e eu vou fornecer o número da conta bancária. Isso se eu lembrar de alguma sequência lógica, claro...

Não sei porque fui seguir o conselho de cadastrar "senhas" difíceis... sabe aquelas que misturam números, letras maiúsculas, formando um nada? Pois é... agora a impressão que tenho é que a minha cabeça está assim. Os provedores deveriam alertar os internautas quanto aos riscos que esses tipos de senha podem causar.

Se por um lado são seguros e garantem nossa privacidade, por outro complicam o dia-a-dia de qualquer ser humano normal. Os meus neurônios, pelo menos, já se manifestaram. Preciso fazer algo com urgência antes que meu cérebro dê um shutdowm automático. Alguém tem um remédio para isso?

Bjos e boa semana!

16.11.06

Para variar um pouco...


Olha que coisa mais linda! O desenho acima foi feito pela minha filha de 8 anos, no computador mesmo, em homenagem a esta que vos escreve. Preciso dizer algo mais? Ah, sim... boa sexta-feira!

15.11.06

Que domingão!

Impressão minha ou o dia hoje teve cara de domingo? Pra começar, futebol! Atlético Parananense jogando contra um time mexicando que tem nome de baseado. Pior: perdeu para ele! Depois, seleção brasileira. Sei que ganhou, mas só me recordo da cor das chuteiras do Robinho, bem diferente das demais.

Criança falando alto e marido com o controle remoto colado na mão... não me restou outra alternativa do que ficar conectada. Entrei em um site de jogos e me dei bem: apostei com um amigo e só não ganhei um par de sapatos novos porque ele pediu água e saiu antes.

Aliás, essa é uma característica masculina muito forte em mim: sou extremamente competitiva. Entro em um jogo para ganhar; mas se perco, vou pro boteco de qualquer jeito, comemorar a vitória dos outros. Por isso não me entusiasmo mais com futebol.

Não vejo a gana de ganhar entrar em campo. São raros os jogadores que mostram isso quando o juíz apita o início do jogo. Discutir resultado então... Aliás, eu torço para o "meu time" ganhar apenas por um motivo: para não ter que ouvir gozação dos adversários.

Mas até que consegui me divertir um pouco, vendo o João Havelange e o Ricardo Teixeira derretendo na praia de Copacabana, aplaudindo mais um título mundial do futebol brasileiro.

O bom da história é saber que a areia ainda consegue levar a energia que a grama já cansou de tentar transmitir, sem sucesso, a tantos "astros da bola". Vai ver por isso é que eu nem reparei no tipo de chuteira que o Benjamin usava! ;o)

Bjs e um bom resto de semana a todos!

14.11.06

E viva a chapinha!

O que se passa na cabeça das mulheres? Bem, dependendo do contexto, fica muito fácil responder. O que anda mexendo mesmo com a cabeça das representantes do sexo “frágil”(urgh!) é a bendita chapinha! Eu mesmo não abro mão deste santo recurso milagroso! Ô fase...

Mas, repare bem ao seu redor: se há mulheres aí, alguma deve ter usado a dita cuja! Tão importante quanto o advento da pílula, a chapinha é um recurso indispensável para a mulher moderna, não interessa a idade, raça ou comprimento do cabelo. E tamanha dependência pode gerar muita confusão, claro.

Tenho uma amiga que me ligou dia desses aos prantos, porque a chapinha havia enguiçado e só faltava isso para ela poder finalmente conhecer o novo candidato a namorado, com quem só conversava via chat. Resultado: inventou uma desculpa qualquer e adiou o encontro.

Na faculdade, quase expulsei uma aluna do laboratório porque não a reconheci em função do novo visual. Achei que aquela “abusadinha” estava se fazendo de boba quando pedi para desocuparem a sala. De cabelos encaracolados e curtos, ela surgiu com uma cabeleira longa e lisa. Entusiasmada, ainda resolveu se maquiar! Quase dançou e eu ainda paguei um mico federal.

Por isso, aí vai a dica para os maridos e namorados que queiram ver suas parceiras felizes: no Natal, dê uma chapinha de presente ao seu amor. Você vai ganhar uma nova mulher por apenas 100 ou 200 reais! No mercado, as novidades não param de surgir, assim como facilidades no pagamento.

O Submarino, por exemplo, parcela em 12 vezes! Entre os modelos que o site comercializa há, inclusive, a tal chapinha digital: é possível regular a temperatura da prancha, para evitar que os estragos – claro, que há, né! – não sejam tão grandes.

Se a pílula muitas vezes faz com que a mulher engorde, a chapinha também pode transformar seu cabelo em uma vassoura do tipo piaçava: lisa, porém espetada! Mas até lá, a indústria de cosméticos já terá inventado algo para que as mulheres resolvam também este probleminha... Afinal, a economia precisa girar, girar, girar...

13.11.06

É isto o que penso sobre o amor...

O amor da liberdade deve ser, na frase pública, invencível como é a morte; deve, como o apóstolo, ter a sede do infinito; deve ser grande, como o universo que o contém.

Não exclua o amor de sua vida, dizendo que não consegue encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dar amor. A forma mais certa de ficar sem amor é apegar-se demasiadamente a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas.

O amor é um mistério impenetrável para os que não seguem a sua religião. Quando um amor ocupa uma alma deve ocupá-la inteiramente. Nada une mais os corações aflitos do que a tristeza de chorarem juntos. O silêncio é a retórica dos amantes.

As águas da torrente jamais poderão apagar o amor, nem os rios afogá-lo. Quisesse alguém dar tudo o que tem para comprar o amor, seria tratado com desprezo.

O amor nada mais é que amar a quem tu amas, não por necessidade, nem por utilidade.

Amor que volta é doçura. Amor que parte é saudade...

(Autor desconhecido, mas recebi esse texto do meu querido amigo Marcelo Franco)

12.11.06

Mulher de peito... novo!

Sabe, me considero uma mulher inteligente, de bom-senso... quer dizer, na maior parte das vezes, claro. Afinal, não há quem suporte ou consiga ser assim 100% do tempo. Bem, acho que eu chego na média 7... Só não acredito nisso quando me pego fazendo certas coisinhas, como por exemplo: trocar uma viagem para os Estados Unidos por um par de peitos novos!

Pois é... tenho milhagem acumuladas e comecei o ano pensando o que faria com elas em janeiro de 2007. Canadá? Puts... no inverno Montreal deve ser terrível! Passar as férias dentro de um monte de casaco não dá, né? Fiz um baita regime para perder míseros 30 quilos e depois de tanto sacrifício voltar a parecer gorducha por causa de tanta blusa de lã?

Bem... cabeça de mulher é assim, mutante. A minha então... eis que chego à conclusão que a Flórida ou o Caribe seriam a melhor opção. Viajar sozinha, que delícia! Sem marido, sem filhas, celular, alunos, notebook, trabalho... nada! Ver nascer a versão 2007 da Arlete renovada pelo sol! Pois bem... passado quase um ano, dessa idéia mesmo sobrou apenas o fato de querer ser realmente uma nova mulher! Mas a essência do renascimento mudou radicalemnte: será menos emocional e mais físico, digamos assim.

A mudança se daria geograficamente bem mais próxima de mim, mais precisamente entre o pescoço e o umbigo! Ao invés de avião, um bisturi me levaria a esta nova mulher! Praia? Que nada! Um centro cirúrgico! Não é uma troca maravilhosa? Ao invés de conviver durante 20 dias com turistas de todas as partes do mundo, decidi investir em um médicos e enfermeiros, com quem terei o prazer de passar um dia inteirinho com eles! E pelo mesmo preço!

Tudo isso porque cismei que quero um par de peitos novos! Não aguento mais os antigos... Nem com roupa, muito menos sem... olhar para eles me dá arrepios! Sei que esta, sim, será uma viagem sem retorno. Afinal, quando a gente começa a mexer na estrutura do corpo -- com o qual convivemos durante décadas -- tudo passa a ficar diferente... e conseqüentemente, a gente começa querer arrumar tudo!

Por isso, as milhagens continuarão aumentando. Em janeiro, vou ficar de castigo, imóvel, sem poder dirigir, mexer os braços. Mas em compensação, nas férias de inverno... ah, Bariloche que me agurde! Com peitos novos, não me importo de parecer um esquimó de 120 quilos! Afinal, por debaixo daquela roupa toda estará realmente algo novo em uma mulher que se renova sempre... quando a conta bancária permite, a saúde ajuda e o espírito esperneia!

Bjs e uma ótima semana!

(re) Começando!

Estava pensando cá com os meus botões, sobre aquele papo de que um homem tem a obrigação de fazer pelo menos três coisas durante a vida: ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro...

Nos tempos de hoje seria mais politicamente correto dizer assim: adotar uma criança, preservar o meio ambiente e abrir um blog! Bem, como nos dois primeiros quesitos eu já fiz - e ainda faço - a minha parte, decidi incrementar no último item.

Por isso, lá vamos nós de novo. Não é e certamente não será meu último blog. Mas representa um recomeço, um novo momento, mais reflexivo e menos sonhador, desta Lua tão cheia de fases...

Bem-vindo a este pout-pourri de emoções!